Fotógrafo japonês construiu máquina fotográfica de 130 megapixels

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Um fotógrafo japonês amador construiu, nas suas horas vagas, a sua própria máquina fotográfica de 130 megapixels, por um custo quase zero.


A máquina em questão, é feita a partir de um scanner da Epson, uma lente autofocus da Canon e uma enorme engenhosidade. Todos os materiais usados são partes de antigos equipamentos que o fotógrafo possuia.

As imagens produzidas possuem 13.068 x 10.173 pixels, ou seja, cinco vezes mais resolução que as máquinas topo de gama da Sony, que possuem “apenas” 24 megapixels e custam mais de 3.000 euros!

Nas imagens seguintes, se vê a qualidade de uma fotografia tirada da máquina e a resolução que possui! - detalhe em vermelho ampliado:

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by UNITED PHOTO PRESS



Talvez seja agora

“Talvez abra o meu diafragma um ou dois stops e diminua a velocidade para metade, para ver se subexponho os meus pensamentos.
Secalhar, o que falta nesta contra luz é um flash de preenchimento, mostrando a textura das letras.
Conceptual ou documental, será necessário equilibrar a luz exterior e interior para captar a realidade construída das palavras.
Fazer a luz do dia das sinapses parecer noite de inspiração como primeiro plano e porque não, fazer um rebatimento, de modo a dar luz a um fundo textual.
Talvez seja agora que o obturador faça clique.”

” Esmeralda “


Dúvidas cientificas?!

” Todos nós nascemos com um cérebro.
Todos nós temos a mesma capacidade de reter informação e de a processar.
A bem ou a mal, com experiências diferentes, todos vivemos.

Ao crescer, assimilamos o que os nossos pais nos incutem.
Amadurecemos a tentar organizar nas “prateleiras” do nosso cérebro, todo o tipo de informação e estimulo.
Por fim, bem lá no fim, vivemos finalmente com a nossa sabedoria.

Tudo o que há melhor no mundo.
Tudo o nós achamos melhor do mundo.
Tudo que temos para dar ao mundo.
E assim se passa informação, conhecimento, sentimento.

Mas as minhas dúvidas são estas:
Porque somos pessoas tão diferentes?
Porque existem pessoas mais ou menos inteligentes?
Porque que é que as pessoas se sentem “castradas” quando têm tudo para ser, para dar?
Será que há cérebros mais pequenos, logo, com menos capacidade de ser, existir, progredir.

Para além de poder ser uma Crise Existencial Humana é apenas uma dúvida cientifica minha.

… ou seja, será que a frase ” Se tens cérebro, usa-o” serve para toda a gente? “

(mais um post do deepzica)


Amália, 10 anos após sua morte

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Amália, Coração IndependenteA vida e obra de Amália numa exposição em dois locais, que assinala os dez anos da sua morte. Uma figura incontornável da cultura portuguesa do século XX vista através de documentos, filmes, vestidos e jóias, e pelo olhar de artistas contemporâneos. Até 31 de Janeiro de 2010 no Museu Colecção Berardo, em Lisboa. Um olhar contemporâneo e uma visão renovada. É o que esta exposição propõe para marcar o aniversário dos dez anos da morte de Amália Rodrigues. Dividida por dois locais, o Museu Berardo e o Museu da Electricidade, “Amália, Coração Independente”, retira o seu título de um dos seus famosos fados - “Estranha Forma de Vida”.

A exposição mostra uma parte significativa do acervo da Fundação Amália mas também a visão de vários artistas contemporâneos do mito e ícone Amália. No Museu Berardo apresenta-se uma cronologia (feita por Vítor Pavão dos Santos) ilustrada com objectos de cena, vestidos, jóias e outros documentos, uma sala de escuta onde se pode ouvir todos os discos de Amália, um núcleo dedicado à “Imagem da Voz” (com fotografias de diversos autores reconhecidos), e um núcleo grande de obras de artistas contemporâneos.

Algumas das peças apresentadas já existiam anteriormente, como “Coração Independente” de Joana Vasconcelos ou o filme de Francesco Vezzoli que relata a vida de Amália, outras foram feitas propositadamente para esta exposição. Esse outro núcleo apresenta as obras que deram origem às capas de uma reedição em vinil de vários discos da cantora. Peças feitas propositadamente para o efeito por Adriana Molder, Ana Rito, Bruno Pacheco, Catarina Saraiva, Gabriel Abrantes, Isabel Simões, João Onofre, João Pedro Vale, Pedro Barateiro, Pedro Gomes, Rita GT e Sofia Leitão.

No Museu da Electricidade é apresentado um extenso núcleo dedicado aos vestidos e jóias da colecção pessoal de Amália, por oposição aos que são mostrados no Museu Berardo, exclusivamente objectos e vestuário de cena.

Esta mostra dupla integra o ciclo Amália 2009 que envolve uma série de iniciativas em co-produção pelo Museu Berardo, Museu da Electricidade, Museu do Fado e Teatro São Luís.

S.Po. (PÚBLICO)

(bibliografia, biografia, fotos, etc)


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